Pretende-se com este blogue dar conta das aventuras da comunidade escolar do Centro Educativo de Arcozelo.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Conta-nos uma História
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Aprender mais sobre o Rio Labruja
No dia 20 de
janeiro a nossa turma deslocou-se de autocarro até ao Rio Labruja. Iniciamos a
visita em cima da ponte de Rio Labruja, aí o engenheiro Paulo colocou-nos
algumas questões sobre o projeto. De seguida, caminhamos junto à margem do rio,
observamos algumas setas assinaladas nas rochas e algumas pedras designadas por
“Mariolas”, que servem para indicar os Caminhos de Santiago de Compostela aos
peregrinos. Mais à frente vimos dois moinhos e a casa do moleiro. Também observamos uma espécie de barragem que servia para travar a água.
Continuamos a
caminhada e deparamo-nos com uma casa agrícola onde, antigamente, viviam
pessoas no piso de cima e no piso de baixo guardavam os animais.
Durante o
caminho de regresso ao autocarro vimos vários tipos de árvores, os sobreiros,
os pinheiros, áqueas e austrálias. Analisamos a fauna e a flora existente neste
troço do Rio Labruja.
Finalmente,
regressamos à escola a saber mais sobre o nosso rio!
Turma A3C
domingo, 25 de janeiro de 2015
Estamos no inverno
O inverno está por todo o lado, até na nossa escola...
Em todas as salas se elaboram trabalhos alusivos a esta estação do ano.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Projeto “Agricultura Familiar” no Museu dos Terceiros
No
dia 16 de janeiro, à tarde, fomos ao Museu dos Terceiros, pois estamos a
desenvolver lá o projeto “Agricultura Familiar”.
Fizemos um jogo em que, com
os olhos vendados, tinha que se descobrir qual era a planta que tínhamos à
frente, utilizando apenas o olfato.
Antes de acabarmos a visita
tomámos um chá de erva-príncipe, bem quentinho.
Como estávamos muito curiosos
para ver a pedra das Unhas do Diabo e conhecer a lenda, a D. Vânia levou-nos lá
e contou-nos como tudo terá acontecido.
Certo dia o
escrivão morreu, mas antes de morrer comungou e recebeu a extrema-unção.
Quando as
pessoas souberam que ele tinha morrido não tiveram pena. O cangalheiro nem se
deu ao trabalho de fazer um caixão e o coveiro recusou-se a abrir a sepultura.
Os frades
franciscanos, com pena do escrivão, sepultaram-no numa capela do convento e
quando o funeral terminou foram descansar.
Na capela, o
homem, para espanto dos frades, pegou na pesada pedra que cobria o escrivão e
atirou-a para o meio da capela. Depois deu um murro, nas costas do morto,
fazendo-o vomitar a hóstia. Pegou nele nos braços e, atravessando uma janela,
desapareceu na noite escura.
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